Mostrando postagens com marcador Martelo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Martelo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Meg White

Hoje, dia 22 de maio, Meg White vai casar.

Meg White é baterista do grupo musical ‘The White Stripes’ formado também por Jack White. Muito podem dizer que o som deles é ‘magro’ e toda essa papagaiada, pelo fato de tocarem só guitarra e bateria, mas o que importa é que eu gosto e ponto final.


Jack e Meg White, em episódio de 'Os Simpsons'

Voltando ao assunto principal, Meg vai casar com Jackson Smith, um guitarrista com pais conhecidos, em Nashville, (Kansas, EUA). Eles estão juntos desde o verão passado e foram vistos várias vezes juntos próximos a residência de Meg, mas o foco não é ser um paparazzo aqui.

Apenas queria desejar felicidades a Meg, pois merece. Depois de todo aquele boato do vídeo pornô (falso) que saiu, espero que ela fique bem, seja feliz com o novo marido e que possa, futuramente, ser uma pessoa realizada na vida. Desta vez, sem ataques de ansiedade ou qualquer coisa que prejudique sua saúde. Queria poder escrever mais, mas faltam muitas palavras ainda.

Parabéns, Meg.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Pequenas mãos

Um dia, essa minha habilidade de gostar das coisas simples demais vai me destruir.
Calma, sem exageros.

Nesses últimos dias, tenho passado por um estado um tanto engraçado, querendo reviver tecos do meu passado. Sim, justo eu que abomino passados em geral e quero esquecê-los. Arrebentar todas as correntes de passado que prendem qualquer parte do meu corpo físico e não físico.
Com isso, fui rever uma antiga playlist minha no computador e encontro uma música abandonada lá no meio. A música se chamava “Lynsey Wells” e nunca me apeteceu muito devido ao baixo volume que ela tinha. O que me irrita, pois não suporto musica baixa. Há! =)
Como quem não quer nada, resolvo meramente procurar alguma coisa sobre Franz Ferdinand, uma das minhas bandas favoritas (clichê) e compositora da tal Wells. Vi vários comentários sobre a música e sobre um possível vídeo que a musica têm. Enfim, lá vai o babaca procurar.
Quando termino de procurar o vídeo e vou assisti-lo, subiu um frio pela minha espinha e chegou a me congelar de tal forma que até agora não consigo entender. A música é absurdamente diferente da que eu tinha e absurdamente mais cativante. Um clipe em preto-e-branco com Saskia Pomeroy (a L. Wells no clipe) a correr feliz e saltitante pelo mundo,com suas pequenas mãos, ao som da tal música.



Saskia Pomeroy é uma atriz formada na Escola de Artes de Glascow, nascida no ano de 1985. Além de aparecer nesse clipe do Franz, também aparece em outro mais ou menos da mesma época, 2006, chamado “Wine in the Afternoon”. Saskia Pomeroy, por essas duas únicas apresentações em mídia, motivou algumas pessoas de uma forma um tanto engraçada na Europa.
A música e o vídeo falam sobre uma garota que adora correr e se libertar jogando os cabelos ao vento, com suas mãos pequenas. Basicamente como o lado infantil de qualquer ser humano que tenha ao menos uma gota de sentimentalismo no sangue. A inocência, beleza e bondade são estampadas na cara de jovem de uma forma que jamais vi em qualquer pessoa. E em pesquisas mais profundas, descobri que a própria L. Wells existira de verdade e era vista exatamente da forma que descrevi por Alex Kapranos, escritor da música.

E não foi a música, não foi o vídeo, não foi a Saskia (olha a intimidade, há!) nem nada disso que me fez gelar até a alma. Foi um conjunto em si que me fez quase cair da cadeira quando começou a tocar e me estabilizou na mesma quando terminou.
Por fim, ainda estou extremamente assustado pra dizer qualquer coisa mais. Deixarei o vídeo para quem quiser assisti-lo.


quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Drama em Carolina



Eu não estou certo se existe um final nessa historia
Mas eu vou contá-la de novo
Então muitas outras pessoas poderão contar a lenda
Que nem um de nós conhece o fim.

Era um lixão na Carolina do Sul
Tinha um garoto de dez anos
Entre seu irmão mais velho Billy
E uma mãe e o seu namorado
Que era um triplo perdedor com algumas tatuagens azuis
Que lhe foram feitas quando ele era jovem
E um temperamento de bêbado que foi fácil de perder
E agradecia a Deus que ele não tinha mais um revolver.

Enfim, Billy acordou na capota do caminhão
Demorou alguns segundos pra abrir os olhos
Deu uma olhada em volta da sua casa
E ele encontrou uma grande surpresa
Ele não viu seu irmão, mas sua mãe estava la
Com sua cabeça ruiva em suas mãos
Enquanto o namorado mantinha suas luvas em volta de um velho padre
Tentando sufocar o homem.

Billy olhou da janela do caminhão
Atirou-se, e então tinha de lutar para ficar
Ele viu que o camponês bastardo com um martelo
Tinha se tornado o padre, um homem fechado
O padre levantava para lutar pela sua vida
Mas ele era velho e era certo que ia perder
O namorado o acertava como podia
E o padre caiu bem aos seus pés.

Enfim, agora Billy sabia, mas nunca realmente atuou
O Homem santo mentindo naquele quarto
Ele ouviu dizer, “Esse deve ser Papai”
Então ele sabia o que deveria fazer
Billy guardou coragem o suficiente, a juntou
E se segurou na primeira coisa que ele pode encontrar
Estava fria, era uma garrafa de leite
Que fora entregada como todas as manhãs, ou seja, as nove.

Billy entrou e viu o sangue no chão e
Ele se virou e trancou a porta
Ele olhou ferozmente no olho do namorado
Sua mãe era um fantasma, muito nervosa pra chorar
Então ele rumou em direção ao homem caído
E da sua boca se soltou um pequeno som audível
Ele ouviu o namorado berrar: ‘Caí fora!’
E Billy disse ‘Não enquanto eu não souber o que isso significa’
‘Ta bem, esse padre estava atacando sua mãe’
Mas Billy simplesmente sabia quem estava fazendo drama
Então Billy fitou fatalmente o rosto dele
E acertou a garrafa no homem que deixou seu pai em desgraça e
O leite branco se esparramou pelo chão junto com o sangue, e o
Namorado caiu morto ao chão
Bem ao lado do padre que estava clamando por ar
Então Billy exclamou ‘Papai, por que teve de voltar pra cá?’
Sua mãe o puxou o pote de açúcar e empurrou o pote de mel, e
Puxou um envelope lotado de dinheiro
‘Seu pai nos deu isso’, e se desfez em lágrimas
‘Ele estava pagando nossas contas por anos’
‘Mamãe, vamos colocar seu corpo por entre as árvores
E por papai no caminhão com destino a Tennessee’
Quando disse isso, seu irmão entrou
Segurando o chapéu do homem do leite e uma garrafa de gim, cantarolando.

La la la la, la la la la, yeah
La la la la, la la la la, yeah
La la la la, la la la la, yeah
La la la, la la la...
La la la la, la la la la, yeah
La la la la, la la la la, yeah
La la la la, la la la la, yeah
La la la, la la la...
La la la la, la la la la, yeah
La la la la, la la la la, yeah
La la la la, la la la la, yeah
La la la la, la la la la, yeah

Bem, você agora ouviu um outro lado da historia
Mas quer saber realmente como termina?
E você quiser saber, a verdade sobre a lenda
Vá e pergunte ao leiteiro.

[O texto em português perde um pouco o seu afã, porém preferi fazer uma pequena tradução para uma melhor compreensão.]

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

ReDescoberta

É muito engraçada a forma como o mundo gira e para no mesmo lugar.
Fale se não é.
Estava outro dia a procurar alguma coisa pra fazer, em frente a essa mesma maquina que esta na sua frente quando, de repente, eu vi algo. A janelinha do MSN subiu e algum ser estava ouvindo uma banda chamada Ludov.
Ludov, Ludov. De onde raios eu conheço essa banda?
Devaneio profundo, me veio na cabeça uma pequena cena inútil dos meus tempos de menino.







Há quatro anos atrás, eu tinha como lema uma musica da banda, chamada Kriptonita. Era uma musica que falava basicamente aquilo que eu precisava saber naquela época. E o videoclipe era basicamente a historia de uma mãe que perdeu a infância da filha. Enfim era isso.
Depois disso, nunca mais. Apenas leves comentários como “e no seu apartamentooo” [Princesa].

Baixadas pelo menos quatro musicas da banda [Rubi, Disco Paralelo, Dois a Rodar e Kriptonita], resolvi procurar os CDs e alguma coisa a mais que pudesse me satisfazer musicalmente. Eu estava deprimido de tudo que andava ouvindo, e eu sou a pessoa mais fácil para enjoar de musica.
O que posso dizer é que até agora, em oito dias de banda, não enjoei ainda.

A banda tem um som gostoso de ouvir. Não é metal, não é rock pesado, nem nada. É um ritmo bom pacas que muitos considerariam Indie. Lembra um bocado Pato-Fu e mais alguma outra banda do gênero, como Gram.
Enfim, a banda tem músicas muito boas. Bem ritmadas, como em Dois a Rodar, com letras bem subjetivas, Rubi, histórias cotidianas, Urbana, e mais algumas outras bem animadas, Da Primeira Vez.

Se for pra indicar alguma musica, ouça Urbana. Deixarei o link do videoclipe ai para vocês. Enfim, eu que não sou de indicar musica, peço para que ouçam Ludov.